Ivan Volpe - LAGUNNA

Este é o meu blog! Aqui vou postar todo e qualquer assunto, artigo, texto e foto que me parecer interessante para o momento, bem como os sentimentos, as letras e músicas da minha vida... Pelo menos assim espero... Visite também: www.lagunna.com.br

Ivan Volpe - LAGUNNA

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Terra Blog

Categoria: música

14.03.07

Revoltolução

Uma letra que compus para um novo som:


Para aqueles que governam o mundo - Compaixão
Para aqueles que se envolvem em tudo - Direção
Para aqueles que acreditam na guerra - Pra vencer
Para aqueles que esqueceram a Terra pode tremer...

Carro bomba que explode prédio e civil
Atentado terrorista contra o povo do Brasil
Quanto vamos aceitar nossa prostituição?
Como podemos ainda nos chamar de nação ?

Para aqueles que plantaram e plantam - Proteção
Para aqueles que queimaram a vida - Punição
Para aqueles que saíram às ruas - Mais poder
Para aqueles que se iludem e não conseguem ver...

Um político que rouba é eleito outra vez
Uma taxa do governo é lei que ninguém fez
E a gente ainda paga pra não ter nem um lar
E a gente ainda aceita essa merda sem lutar

Para aqueles que praticam censura - Pra esconder
A tarifa, a fila, a morte e a tortura - Pra vender
Para aqueles que nos ditam as regras - Podem ver
Que esse povo já está farto de tanto se foder!

Para aqueles que governam o mundo - Tentem ver
Que um dia todos vocês também - Vão morrer
E nós então daremos as mãos - Só pra dizer
Chega de imbecis corruptos e sujos no poder!

Ivan Volpe

  • criado por  ivanlagunna criado por ivanlagunna
  • Postado em 13:08:12

07.12.06

Valeu, galera!!!! Foi DUKA!

categorias: música, Lagunna

Poxa, vocês não imaginam como é legal ouvir tantos elogios após um show tão emocionante e de tamanha importância para nós! E a gente estava esperando uma reação bem agressiva da galera! Hehehehehehe... Até ensaiamos desviar das garrafas enquanto tocávamos! Abrir o Deep Purple, uma das maiores bandas do mundo, que desde 1968 vem conquistando gerações de fãs de várias nacionalidades... É uma coisa maluca, indescritível e que nos deixa até sem palavras...
Na verdade, o Lagunna já abriu o Deep Purple em 2003 no Claro Hall (RJ) mas esses dois shows no Tom Brasil foram muito mais "surreais". Tanto que, no camarim, Roger Glover, Steve Morse e Don Airey nos elogiaram muito, falaram sobre cada um de nós no palco e gostaram muito de nossa performance. Isso é indescritível, a sensação de ouvir palavras tão motivadoras de grandes ícones do rock mundial.
Agradeço a todos que nos mandaram mensagens após o show (e foram muitas, que bom!) e que passam a acompanhar a banda. Aos que já acompanham o Lagunna desde sempre, o nosso muito obrigado, valeu pela força indescritível e vamos construindo essa história juntos!
Muito sucesso a todos,

Ivan Volpe
www.lagunna.com.br
http://ivanvolpe.blog.terra.com.br

Lagunnas com Steve Morse (acima) e com Roger Glover (abaixo)

 

(acima) Na ordem: Clarisse, Renatão, Don Airey, Nani, Gabriel, Bill e Eric

Fotos by Raul

www.lagunna.com.br

  • criado por  ivanlagunna criado por ivanlagunna
  • Postado em 11:23:20

Lagunna, Hammond e Purple - By renato Zanuto

categorias: música, Lagunna

Renato Zanuto é um "excelentíssíssimo" músico que desde o disco Laguna ao Vivo, nos empresta todo seu talento para rechear de melodias "tecladísticas", "pianísticas" e "Hammondianas"  o nosso som. Amigo desde a época do colégio, o Renatão já tocou comigo e com o Léo em bandas anteriores, como a "Seven Boys", que até se apresentou no baile dos anos 60 do colégio Singular de Santo André, num Aramaçan lotado com mais de 3.000 pessoas. Pois é, desde o início do Lagunna (até antes do segundo N), o Renatão já é um parceiro, gravou os teclados do Intro em BH com a gente, tocou com Andreas Kisser e ainda acha tempo para nos acompanhar ao Tom Brasil na abertura do Deep Purple. Na verdade ele quase chorou com a notícia! Hehehehehe... Fã como ele... Bom, é isso. Aqui segue sua visão de como foi o "acontecimento". Espero que apreciem a leitura...

HAMMOND ATRAVESSA DÉCADAS E UNE GERAÇÕES - por Renato Zanuto

Dias 28 e 29 de dezembro, os ingleses do Deep Purple se apresentaram em São Paulo, no Tom Brasil Nações Unidas, tendo a abertura da banda paulista Lagunna que, para minha felicidade, me convidou a acompanhá-los no palco.

Considerados por muitos como criadores do heavy metal e do hard rock, junto com as bandas Led Zeppelin e Black Sabath, os “sessentões” do Deep Purple mostraram porque são lendas vivas e que ainda têm muito para mostrar.

Durante nossa passagem de som, chegou tranqüilamente ao palco, o atual tecladista do Deep Purple, Don Airey. Ele trabalhou com muitos ícones do rock como: Bruce Dickinson, Bryan May, Whitesnake, Jethro Tull, Black Sabbath e, só para citar um de seus marcos, compôs a introdução do clássico Mr. Crowley de Ozzy Osbourne.

Assim que toquei as primeiras notas do meu Hammond, Don Airey me chamou para conversar. Confesso que tremi um pouco, pela admiração e respeito que tenho por esse grande mestre, mas mesmo assim fui até ele, claro!

Com extrema simpatia e educação, perguntou meu nome e qual setup eu estava utilizando. Contei que estava com um Hammond XK-2 com uma Leslie 2101, e um sintetizador VA. Não satisfeito, ele quis ver de perto e ainda disse que assim que eu terminasse o sound check, era para eu dar uma olhada nos teclados que ele usaria no show. Continuando a passagem com o Lagunna e eu já não via a hora de continuar nossa conversa. Coisa de fã. 

 
Em seguida, lá estava eu, diante do setup dos sonhos de muitos tecladistas. Entre diversas “jóias” destacavam-se um Hammond C3 de 1963, duas Leslies 184 cabinet e um Moog Voyager. O som que vinha daquela combinação, era realmente indescritível. O que mais me surpreendeu foi quando ele me convidou a tocar no C3, que o acompanha há mais de 20 anos e que estava cheio de marcas na madeira, resultado de muitos shows e viagens. Respirei fundo, pedi licença e toquei um trecho de Burn. Clima de camaradagem total. Conversamos e tocamos durante uns 30 minutos.

Quando perguntei o que ele achava de Jimmy Smith, ele respondeu emocionado “o maior musico que já vi tocando Hammond foi o Jimmy, embora o John Lord também seja impressionante.” Concordei plenamente e fiquei muito admirado com o elogio ao John Lord, pois já vi tantos músicos desmerecerem colegas e presenciar tamanha humildade me fez refletir.

Tivemos o privilégio de usar o PA e o Side Fill do Deep Purple. O resultado foi o melhor som de palco que já ouvi. A Leslie 2101 respondeu de forma precisa, e confirmou definitivamente ser a combinação perfeita para o Hammond.

Showtime. O Lagunna superou as expectativas. Encaramos de frente o exigente público e já na primeira música conseguimos impor uma presença de palco forte levantando as mais de 4.000 pessoas ao som de “Helter Skelter” dos Beatles. Tocamos também diversas composições próprias e o público foi muito receptivo com a enérgica performance do vocalista Ivan Volpe e com os precisos solos do guitarrista Nani Lima.

Após os shows, inevitavelmente, fomos tomar uma cerveja com Don Airey, Steve Morse e Roger Glover. Do backstage, eles assistiram às duas apresentações da banda e para euforia geral, elogiaram bastante o trabalho. Nesse natal não vou nem pedir presente pro Papai Noel!

Renato Zanuto é diretor musical, organista e pianista. Trabalhou com Andreas Kisser, Fernanda Fróes, Lagunna, além de seu trabalho instrumental Zanuto Experimental Group.
renatozanuto@hotmail.com
www.lagunna.com.br
www.hammond.com.br  

  • criado por  ivanlagunna criado por ivanlagunna
  • Postado em 11:20:53

30.11.06

Diário de um Lagunna by Rodrigo Bill

categorias: música, Lagunna
Diário de um Lagunna

Terça Feira, 28 de Novembro de 2006 – 1º show com o Deep Purple.

Depois do anuncio oficial que o Lagunna seria a banda de abertura do Deep Purple aqui em SP, confesso que minhas noites foram um tanto quanto sem sono...!! Tanta coisa rolando, várias portas se abrindo, parece que agora vai!
Está tudo pronto para o show, tudo ensaiado, set list escolhido e querendo ou não, um certo nervosismo estampado na cara de cada um dos Lagunna´s, inclusive daqueles que não tocam, como EU!!!
Devido ao meu querido trampo, só consegui sair as 5:30 de SBC. E para a minha tristeza, o mundo caia em forma de água...
Fui pra casa, me arrumei e me mandei pro Tom Brasil, ou pelo menos tentei fazer isso.... Já na Anchieta, tudo parado devido a chuva, fiquei mais de uma hora parado.
Depois do caos, voltei e mudei meu caminho e depois de 2 horas e pouco, consegui chegar ao Tom Brasil.
Já estava pilhado, estressado, cansado e com medo de não conseguir chegar a tempo de ver o Lagunna tocar. E como já era previsto, não consegui mesmo!!!
Cheguei quase na hora do Purple entrar no palco, entre encontros e desencontros, stress rolando solto...consegui encontrar os Lagunna´s.
Só pelo semblante de cada um vi que o show não tinha sido como o esperado, e não foi mesmo. Devido às falhas de comunicação,o tempo do show foi reduzido pela metade e o Lagunna tocou apenas 4 músicas.
Mas tudo bem, show must go on!!!
Fiquei no palco vendo um pouco do Purple, um puta show!!!
De volta ao camarim/ambulatório do Lagunna, juntos pensamos como seria o show do dia seguinte e esperando que ele seja melhor.
Fiquei sabendo também que o tecladista do Puple Don Airey gostou muito da banda e até tocou junto na passagem de som!! Entre todos os Purple´s ele foi o mais atencioso com agente, inclusive comigo.
E só de estar lá e poder tocar já estava de bom tamanho mas esperávamos um pouco mais....E só pra constar, encontrei uma pessoa muito especial no show!!
Depois de despedir de todos, voltando pra casa....fiquei pensando como o Lagunna tinha sido corajosos de enfrentar aquele público que não é o da banda e tive fé que show que viria seria histórico..... e FOI!!!

Quarta – Feira, 29 de Novembro de 2006 – 2º Show com o Purple.

Já sabendo que o mundo ia cair mais uma vez, sai mais cedo do trampo!! Não poderia chegar tarde mais uma vez!
Tudo combinado, peguei o Nani e nos encontramos com o resto da banda no famoso point oficial do Lagunna, o Postinho!!!
Com a chuva rolando solta, tomamos o nosso rumo...o Tom Brasil..
A passagem de som estava marcada para as 5 horas, e graças a Deus não tive problemas com o transito dessa vez.
Chegamos ao nosso super camarim, descarregamos tudo e fomos pro palco pra começar a montar as coisas.
Pra variar, a passagem de som atrasou....os portões já estavam pra serem abertos e o clima parecia ficar um pouco tenso.
Graças ao grande amigo Magayver, chefe do Staff do Purple conseguimos passar som...ficou td perfeito, todo mundo se escutando!! E mais uma vez tivemos o prazer de ter o tecladista do Purple lá com agente!! Muito gente boa!!
Tudo passado voltamos ao camarim, definimos um outro set list...dessa vez um mais agressivo, pra chegar chegando!!!!!
E nada melhor do que começar o show com Helter Skelter!!!!
Depois de algumas horas, a casa foi aberta e todos fanáticos estavam a postos esperando e gritando pelo Purple,
Lá no backstage o clima era dos melhores, todos confiantes, animados e nervosos!! hehehe...
Não me lembro ao certo do horário mas o Lagunna entrou umas 9 e pouco no palco!
Como já disse, entraram com os 2 pés no peito da galera com Helter Skelter e a resposta do público foi muito boa!!! Eu fiquei filmando tudo, inclusive a galera vibrando com cada riff nervoso do Nani, com o Ivan quebrando tudo e cantando pra cassete, com a precisão do Eric na batera, com o Léo e seus graves e agudos encarando a tudo e a todos e é claro com o nosso convidado especial, Renato, no teclado mandando muito bem e completando o ciclo do Rock n´Roll do Lagunna!!!!
O show foi uma mescla de covers e músicas próprias, e por incrível que pareça as nossas músicas foram muito bem recebidas pelo público.
Foi um puta show, deu tudo certo e em algumas horas não segurei a emoção de ver meus grandes amigos arrebentando tudo em pleno Tom Brasil, e sabendo que de uma forma ou outra, eu faço parte de tudo isso!!!
E o mais engraçado foi que enquanto eu estava filmando lá do palco, olhei para a mesa de som e quem estava lá?! O grande guitarra do Purple Steve Morse ( que mais tarde no camarim, disse ao Nani que ele era muito talentoso e que tocava muito!!), e não apenas pelo fato dele estar lá pra ver o show, foi ver que ele tava curtindo....ficou praticamente o show todo lá.
Após mais de 40 minutos, o show termina e os Lagunna´s saem do palco com o a sensação de dever cumprido!!! Enfrentaram um público animal com muita personalidade!!
Já no camarim, ficamos sabendo que os Purple´s adoraram o show e queriam ir até o nosso camarim pra falar com agente!!!
Ficou combinado então o encontro depois do show!! Enquanto isso os mestres mais uma vez dando show no palco!!
No camarim o clima era sensacional, a galera feliz pra caramba....a banda, os amigos, o staff...todo mundo!!!!
Entre músicas na viola, cervejas, salgadinhos, lanches...etc... Parei e vi que somos uma banda muito foda e que isso vai ser só o começo!!
Depois do show, subimos lá no camarim...encontramos três dos cinco Purple´s, o tecladista Don Airey, o guitarra Steve Morse, e o baixista Roger Glover esse que assim com o nosso baixista Léo, tbm fez aniversário no dia do show!! Ou seja, foi tudo uma grande festa!!!!
Lá conseguimos conversar com eles, a banda foi muito elogiada e como já comentei antes, o Nani ficou pasmo ao receber um elogio do Steve Morse!! Coisa que eu já falo a muito tempo mas que é sempre bom escutar de alguém que realmente manja da coisa!!
Junto com agente, estava a querida Patrícia Kisser, infelizmente nosso produtor e amigo Andreas não pode comparecer devido a Tour nos EUA. Mas consegui falar com ele pelo nextel e contei que o show tinha sido muito foda....ele lá de longe mandou parabéns a todos e disse que tava na hora das coisas rolarem como estão rolando agora!!!!
Depois de mais cervejas, autógrafos, fotos, fotos e mais fotos.... fomos deixando o Tom Brasil!!! Sai de lá muito contente, e tenho certeza que todos ficaram!! O legal foi sair de lá e ver uma galera reconhecendo agente, e vindo falar do show!!
Tinha certeza que iria dar tudo certo, todos trabalharam muito e cada um fez a sua parte...!!
Foi um show histórico pra banda!!

Muito Obrigado a todos!!

Rodrigo Bill
30/11/2006
  • criado por  ivanlagunna criado por ivanlagunna
  • Postado em 15:51:30

Lagunna e Deep Purple 29/11/06

categorias: música, Lagunna
Purple II – A Missão

Olha cara... Sem palavras...
Acabo de sair de uma ligação da Patrícia Kisser, esposa de Andreas Kisser para quem não conhece. As coisas estão indo de vento em popa! O Lagunna está com uma energia muito positiva, encarando os desafios de forma muito espontânea e divertida. Ontem abrimos, pela terceira vez (2003, 28/11/06 e agora 29/11/2006) o Deep Purple. O show foi no Tom Brasil de novo. O tratamento que a casa nos deu já foi diferente, muito melhor e mais “respeitoso”. Tínhamos horário certo para passagem de som, subida ao palco e tudo mais. Mesmo sem camarim, guardados no salão de eventos, mas com muito mais “atenção”. Hehehehehe... Nem precisava, estamos abrindo o Purple, cara! Hehehe...

Bom, passagem até as 19:30h. E abriram os portões! Uma correria muito legal, todos querendo estar o mais próximo possível do “gargarejo” (acho que nem se fala mais essa palavra, né?!). E a casa ia cada vez lotando mais quando fomos para o palco. Eram quase 21h e eu já estava muuuuito nervoso. Dessa vez deu tempo de dar dor de barriga, frio na espinha, suar frio... Tudo o que a gente sente antes de encarar aquela multidão que aguarda um bom rock n’roll. E corremos para o palco...

Helter Skelter, dos Bealtes. A galera curtiu muito, fiquei arrepiado e me surpreendi com a reação. Já imendamos Campos de morango, Balada do Louco, dos Mutantes, Nada a Dizer, Bando n the run, apavorou de novo, acho que foi a música que els mais curtiram... Se não for para te levar, Sonífera Ilha, dos Titãs, essa foi a única que não agradou tanto, Ninguém empurra a vida por você e Mary Had a Little Lamb, uma versão “bluseira-canastra” de Stevie Ray.

Foi impressionante, a galera curtiu mesmo! Aplaudiram bastante e, por mais que a cada pausa eles pediam o Purple e nos mandavam embora sutilmente, quando começávamos a tocar era uma multidão curtindo e pulando. Até que ao fim do show, fomos muito aplaudidos e senti um retorno maravilhoso da platéia. Nem posso dizer o quanto isso significou para todos nós do Lagunna, sermos “aprovados” pelo público do Deep Purple, tão exigente e de tamanho bom-gosto. E confesso que pude observar Don Airey e Steve Morse ao lado do palco enquanto tocávamos... Hehehehehe... Olha lá os Purple, cara! Vendo a gente tocar! Que loucura!!!

Foi surreal mesmo, ao extremo! Lindo!
Um momento de relax no camarim com visitas ilustres da Aline, a Fernanda e a nossa querida Patrícia Kisser. Ah, sem dizer que hoje o Vilsinho conseguiu gravar todo o show em DAT. E ficou muuuuito legal, logo estaremos divulgando esse material em algum meio, com certeza! O Vilsinho é F*#@!!!!! Um PUTA profissional, amigo e “pau-pra-toda-obra”. Que força ele nos deu nos dois shows, resolvendo problemas na mesa de som, ficando à disposição para opera-las junto com o Pezão... Levando a cerveja pra galera... Hehehehehehehe... Parceiro velho!

O Gabriel apavorou mais uma vez na produção deixando nosso camarim sempre cheio de cerveja e tudo mais, o Bill conseguiu ir com a gente à tarde, pois ele estava com “problemas intestinais” para o pessoal da firma! Hehehehehe. O Bruninho também deu aquela força incrível com o equipamento e o primo do Eric conseguiu os autógrafos que tanto queria!

Para fingir que não estávamos alucinados, tocamos um violãozinho e curtimos o resto do show do Deep Purple. Impressionante como sempre. Posso vê-los quinze vezes seguidas e ainda vou me impressionar com o profissionalismo e a precisão! Então, ao término da apresentação Purple, fomos “intimados” pela banda a comparecer no camarim. Isso mesmo, o próprio Pablo, Stage Manager, foi nos levar as credenciais para subirmos, a pedido de Don Airey e Roger Glover, ao camarim.

E lá estavam os caras... Mais uma vez nos encontramos após uma noite de som. A filha do Gillan nos conduziu pelos corredores até chegarmos ao Roger Glover, que mais uma vez soltou: “great sound!” Hehehehehe... E comentou sobre nossa atitude no palco, gostando muito do repertório e das músicas da banda. Estou sonhando! Fotos, autógrafos, claro... Demos um CD do Lagunna. Aí chaga a vez de Don Airey, que acabou ficando amigo do Renato, trocaram telefones, tocaram juntos um pouco... Hmmmm... Hehehehehe... Que bichice, né?! Mas ele também gostou muito, nos elogiou bastante... A Patrícia Kisser deu algumas gafes muuuuito engraçadas como sempre. Tomara que ela nunca perca esse jeitão de ser tão especial e autêntico. Sou muito fã da Patrícia!

Enquanto a Clarisse fazia as apresentações burocráticas, a Ana, minha alma gêmea e parceira eterna, que conseguiu conduzir um monte de gente famosa e amigos da Patrícia e do Lagunna aos camarotes, continuava a tirar fotos como uma doida. E enquanto estávamos lá, ainda encontramos a Sarah e a Bianca. Só para citar! Enfim... Muita gente entre fotos, capas de disco, CDs e autógrafos. Neste momento aparece Steve Morse, o monstro das guitarras. Após nos cumprimentar, ele nos disse palavras que emocionaram, enfatizando nossa expressão no palco, o quanto é difícil sorrir sob pressão e nós o fizemos tão bem, elogiou a performance de todos, principalmente do Nani e nos deixou realmente orgulhosos de tudo o que somos como banda e artistas. Nem tenho palavras que descrevam a sensação de ouvir tudo isso de um dos ícones do Rock mundial. E falei isso para ele! Hehehehehe... Me lembrei muito de quando conhecemos o Andréas e tocamos em sua festa de aniversário. Ouvir elogios de gente como ele e Steve Morse, Roger Glover, Don Airey... É coisa de maluco... Não dá para acreditar ou explicar!

Pena que os “Ians” já não estavam mais lá, devido ao calor absurdo. Mas no problem... 60% do Purple nos recebeu tão bem que ficamos “aéreos”. E já era aniversário do Léo. Nos arrumamos, carregaram os carros e nos encontramos para uma “happy hour” pós show às 2:30h. Nem deu para conversar muito e já sentimos o cansaço de tantos acontecimentos para uma única noite. Tive um ótimo sono...

Nada é mais gratificante para um músico que tocar e ser aplaudido de verdade pela platéia. Se essa platéia for enorme, gera mais emoção, se a platéia não estava lá para ver você e mesmo assim te aplaudiu muito, imagina como nos sentimos... Não há palavras para descrever tal emoção. E foi assim que o Lagunna abriu o Deep Purple mais uma vez. Que viagem. Pena que acabou! É preciso curtir os momentos em seu presente, vivendo intensamente tudo o que eles têm a oferecer. E assim o Lagunna o faz, colecionando histórias e emoções para traduzir em som o que é ser vivo e feliz.

A gente ainda vai se encontrar, Purple guys... Hehehehe... Um grande abraço a todos que nos deram força durante o show, à platéia que nos proporcionou essa experiência e à equipe Lagunna que nos levou a essa oportunidade única. Muito obrigado mesmo!

Muita luz, sucesso e felicidade a todos,

Ivan Volpe
www.lagunna.com.br
  • criado por  ivanlagunna criado por ivanlagunna
  • Postado em 14:30:53